quarta-feira, 24 de setembro de 2014

5 Atitudes Que Espantam Qualquer Mulher

Atitudes que espantam as mulheres
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Conquistar uma mulher não é tarefa fácil para a maioria dos homens. É sabido que existem outros caras dando em cima dela, e você precisa ter bons comportamentos para se destacar dos concorrentes.
Mas, mais do que construir posturas que atraiam a ala feminina, é preciso ter cuidado especialmente com aquilo que as espanta. Existem certas coisas que podem minar suas chances e acabar de vez com qualquer possibilidade de ter a garota dos seus sonhos na sua mão.
Quer saber quais são os hábitos que você JAMAIS pode ter para não perder uma mulher? Confira no texto a seguir!

Falta de educação

Mulheres odeiam caras mal educados, e dizem sempre que é a coisa mais comum de se encontrar por aí.
Abordar a garota de maneira delicada é sempre bom, e palavras como “por favor” e “obrigado” podem contar muitos pontos a seu favor, especialmente quando você usá-las com pessoas mais humildes ou que estejam trabalhando no local onde vocês estão.
Isso é bom não só para você como conquistador, mas como ser humano: coloque mais educação na sua vida e sinta diferenças.

Arrogância

Essa é uma característica que a maioria das mulheres não suporta. Aliás, ninguém tolera gente metida, que chega contando vantagens e se achando “a última bolacha do pacote”.
Não confunda ser confiante com ser arrogante: Ser um homem confiante só traz vantagens e atrai admiração delas, mas ser arrogante é apenas ser um cara que não entende absolutamente nada do universo feminino.

Mau hálito

Muito cuidado nessa hora! Um hálito ruim pode minar de vez suas chances com qualquer mulher do planeta. Faça uma boa escovação, use fio dental e não fique horas sem comer.
Cuidado também com cigarros e bebidas de gosto forte: pode ser que ela os odeie e dessa forma você jamais conseguirá um tão esperado beijo. Higiene em primeiro lugar!

Carência

Por mais desesperado e carente que você esteja, nunca demonstre isso para uma garota. Parecer independente e auto-suficiente é essencial para que a mulher se veja ao seu lado e queira compartilhar momentos com você.
Caras carentes podem até despertar o instinto maternal de algumas mulheres, mas tenha certeza que, no geral, isso é o oposto do que elas querem, até porque vivemos em um mundo onde elas se dedicam na vida pessoal e têm pouco tempo para cuidar de um marmanjo carente.

Desleixo

Se você está procurando alguém interessante (mulheres bonitas), jamais pode ser desleixado. É importante, especialmente se você está indo a uma bar ou casa noturna, estar vestido adequadamente para o local.
Cabelo e barba também devem estar em dia, e nem pensar em esquecer o desodorante, hein? Você não precisa ser o cara mais antenado em moda do planeta, mas conhecer um pouco e saber como se vestir vai contar pontos em seu favor.
Use uma peça que se encaixe perfeitamente no seu corpo, deixe de lado roupas muito largas ou apertadas demais: mal não vai fazer. Faça o mesmo com o perfume: fuja dos de gosto duvidoso e invista nos clássicos. Mulheres se atraem muito pelo cheiro.
Seguindo essas dicas, você nunca vai espantar nenhuma mulher na balada ou no dia a dia. E como elas sempre reclamam que está faltando homem no mercado, aparentemente você já vai largar na frente da concorrência.
Portanto, corte esses hábitos ruins de sua vida e vá á caça: elas estão aí no mundo somente esperando por você!
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A CIÊNCIA POR TRÁS DO ORGASMO MÚLTIPLO

Saiba como levar sua namorada ao clímax repetidamente.
orgasmo múltiplo
Há duas maneiras para ela chegar lá: clitóris e ponto G

E então você conseguiu, hombre: levou-a ao orgasmo.
Parabéns. Mas o que fazer agora?
Para a mulher, gozar funciona diferente do que para o homem; para o homem, orgasmo e ejaculação são quase indissociáveis e, uma vez ocorridos, a liberação de hormônios faz com que o pênis desintumesça e demore um tempo variável para voltar a funcionar. Neste período, o homem pode sentir um pouco de desconforto e até mesmo dor se a sua glande for manipulada.
E quanto à mulher, com aquela história de orgasmos múltiplos? Como funciona?
Bem, para a mulher, existem dois tipos de orgasmo: o de penetração e o clitoriano (tá, ok, orgasmo é uma coisa mental e pode ocorrer com a manipulação (ou não) de qualquer zona erógena, da mulher ou do homem, mas vamos ficar no que é mais comum para todos nós, reles mortais não tântricos).
As mulheres desfrutam de orgasmos múltiplos porque elas são capazes de ter mais de um durante uma relação sexual – podem ter um orgasmo de penetração seguido por um clitoriano, ou vice-versa, ou penetração-clitoriano-penetração, etc.
O orgasmo que mais pode se repetir é o de penetração, já que a vagina, com o famigerado “ponto G” (que nada mais é do que um tubérculo na parede superior da vagina a mais ou menos 5 centímetros da entrada), é de um tipo de tecido um pouco diferente do clitóris. Lá, ele não chega à exaustão.
Com o clitóris é diferente. Na mulher, ele é o equivalente à glande do homem, sendo a estrutura mais sensível do órgão genital. Após o clímax, ele fica intumescido e bastante sensível, justamente por ter muito sangue – com isso, a sua manipulação, para mulheres, pode ser dolorosa.
Daí o problema: ela chegou ao orgasmo – neste caso, o clitoriano – e o que fazer?
Bem, não são todas as mulheres que vão ter dor logo após este tipo de orgasmo, então é questão de os dois entrarem em acordo sobre prosseguir ou não com ele – e a melhor coisa é perguntar.
E, se realmente for muito incômodo, aproveite as outras formas de orgasmo – aí é só usar a sua imaginação, e nós temos aqui no ELH diversas ideias de posições para vocês.
Como tudo em uma relação a dois, para que o sexo seja desfrutado ao máximo, é extremamente importante que o casal converse a respeito e saiba o que o outro gosta ou não. É este o segredo – e nada mais mirabolante.

9 ERROS QUE VOCÊ ESTÁ COMETENDO NA HORA DO SEXO



Nossa colunista fala sobre os piores deslizes que já fizeram com ela durante uma transa e diz por que devemos evitá-los.
Erro sexo
Se a sua garota ficar assim, vai acabar procurando outro que ponha um sorriso no rosto dela
“O melhor jeito de aprender é errando”, é o que dizem. Então decidi agrupar os erros que já vi homens cometendo na cama, para que sirva de ensinamento a vocês, leitores.
1# Demorar muito para gozar
Passados uns 30 minutos de penetração, as mulheres começam a ficar secas e o atrito torna-se um incômodo. Ou você goza de uma vez para fazerem uma pausa, ou lubrifique-a bem para que possam continuar.
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2# Gozar rápido demais
Se na hora que começa a ficar bom você goza, praticamente tirou o doce da criança depois que ela deu a primeira mordida. É decepção na certa.
3# Pular as preliminares
Mulheres precisam de estímulo psicológico, físico e verbal para ficarem “no ponto”, não são como os homens que veem um belo par de seios e já enrijecem. Elas precisam de muito beijo na boca, masturbação e sexo oral para ficarem bem molhadas e apreciarem mais você e o sexo.
4# Empurrar a cabeça dela para baixo
Vocês estão se beijando e, querendo um agrado oral, você empurra a cabeça dela para baixo. Errado! Não é assim que você vai ganhar. Aprenda que, no sexo, é dando que se recebe. Que tal você agradá-la primeiro? Outra opção é pedir.
 5# Forçar a boca dela para o fundo
Ela está lá fazendo um agrado oral em você, no ritmo dela, e você quer que ela faça mais rápido, mais forte, mais fundo. Solução: usar suas mãos e segurar a cabeça dela como se fosse uma bola, puxando pra frente e pra trás. Não! Diga a ela como prefere, mostre a ela como acha melhor. E mais: não são todas mulheres que conseguem fazer a garganta profunda.
6# “Errar” o buraco
Homens têm mania de “errar” o buraco, especialmente quando estão na posição “de quatro”. Eles acham que não sabemos que foi de propósito. Eles fazem isso para ver nossa reação, e quando tomamos aquele susto eles se desculpam e alegam o erro. Se você quer fazer sexo anal com sua parceira, conversem sobre isso.  E comece dando beijinhos e pondo dedos no ânus dela, ao invés de enfiar toda a glande sem querer. O trauma pode ser intenso, tanto para ela como para você.
7# Ter nojo de beijar na boca após receber sexo oral
Depois de um serviço caprichado da sua parceira ela te abraça e te beija. Você “discretamente” corta o beijo e dá apenas um selinho nela. Peraí, você tem nojo do seu próprio pau? Você não lava ele? Isso é frescura e mulher detesta. Beije na boca sempre, não só antes do sexo.
8# Atuar como se estivesse num filme pornô
Inventar posições mirabolantes e tratar sua parceira como puta nem sempre dá certo; é algo que deve ser resolvido entre os dois sobre o que pode ou não pode entre quatro paredes. E gemer “vai, vai, vai” com uma voz que nem é sua também não cola. Seja você mesmo.
9# Ficar em silêncio
Se você fica quieto não temos como saber se está gostando. Tem homem que não é do tipo que geme, mas ao menos diga que está bom, intensifique a respiração. Nós gostamos de ter um feedback no sexo assim como vocês. E não vai ser perguntando “foi bom para você?” no final da transa.

6 AFRODISÍACOS QUE REALMENTE FUNCIONAM



Entre os vários mitos relacionados a possíveis estimuladores sexuais, encontramos algumas verdades.
Legenda
Uma coisa é fato: não existe fórmula mágica
Quando se fala em afrodisíaco, médicos e cientistas torcem o nariz. Afinal, há muito mais lendas e mitos a respeito desses possíveis estimuladores sexuais do que verdades. Entre ervas, poções mágicas, garrafadas e outras receitas “infalíveis”, pouquíssimo é de fato comprovado pela ciência — ainda que possam produzir, eventualmente, efeitos emocionais, da mesma forma que qualquer placebo. Aqui, selecionamos seis afrodisíacos que, de alguma forma, podem ajudar de verdade no relacionamento sexual. Confira:
1# Manter-se em forma
Em relatório do Instituto Johns Hopkins, revela-se que há uma relação direta entre a disfunção erétil e às más condições físicas e à inatividade. Alguns fatores apontados são: má alimentação, fumo, bebida alcoólica, obesidade, diabetes, pressão alta, doenças de rim, doenças que compromete a vascularização periférica — enfim, tudo aquilo que compromete o fluxo sanguíneo. Da mesma forma, hábitos que promovem melhor fluxo sanguíneo melhoram o desempenho sexual. Estar em boa forma é o melhor remédio.
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2# Psicanálise
Muitas vezes a disfunção sexual em homens e mulheres é resultado da depressão, fadiga e problemas psicológicos em geral. Psiquiatras e terapeutas sexuais podem ser uma solução afrodisíaca para aumentar sua libido
3# Viagra
Não é exatamente afrodisíaco: é preciso ter vontade sexual para que funcione de fato. Mas o fato é que, antes do advento do Viagra, a medicina obteve muito poucos resultados para a disfunção erétil. O Viagra aumenta o fluxo sanguíneo na região peniana e impede que o sangue flua para fora dessa região, o que permite a manutenção da ereção. Pode provocar efeitos colaterais, mas os homens realmente não estão preocupados com isso. Há outros remédios igualmente eficazes, como o Ciáles ou o Levitra.
4# Ostras
A ostra crua é rico em zinco, necessário para a produção de esperma e, também, em ácido aspártico, que aumenta o nível de testosterona — o que, em teoria, aumenta a libido. A conclusão é questionável, mas não há muito a perder. Afinal, é uma delicioso tira-gosto.
5# Chocolate
Rico em triptofano, um componente que incentiva a produção de serotonina, o chocolate aciona as áreas de prazer do cérebro, o que o torna, na verdade, semelhante ao sexo. Se não é um afrodisíaco verdadeiro, pelo menos pode substituir — em intensidade bem menor, convenhamos — o prazer sexual.
6# Álcool
De todos os afrodisíacos é, provavelmente, o mais falso, até porque pode produzir o efeito contrário, dependendo da quantidade. Mas também é verdade que desinibe, promove ousadia e rompe limitações psicológicas naturais. Já se disse que 90% dos relacionamentos sexuais acontecem devido ao alto nível alcoólico do homem ou da mulher — provavelmente, de ambos. Então não custa arriscar.

O QUE É E COMO TRATAR O PROBLEMA DA EJACULAÇÃO RETARDADA



Enquanto muitos sofrem por atingir o orgasmo precocemente, outros têm dificuldade de chegar até o ápice sexual.
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A anejaculação é caracterizada incapacidade de atingir o orgasmo
Dizem que as mulheres são complicadas. Que “não” na realidade significa “sim”, que choram por quase qualquer coisa, e defendem a relação aberta quando na verdade prefeririam estar algemadas a um companheiro.
Mitos ou não, a grande questão é que na cama todos são iguais. Neste misterioso território sexual, as angústias e incertezas são muitas e compartilhadas por ambos os sexos.
É, caro hombre, várias são as ansiedades que um homem deve enfrentar ao dormir com uma mulher: tamanho, performance, estilo, duração… Ai, que dureza! Ansiedades essas que devemos pensar o porquê de existirem. Mas faremos isso em outro texto.
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A realidade é que os medos estão lá e muitos homens se veem invadidos por pensamentos e angústias justamente durante o sexo.
Já conversamos sobre homens que sofrem com a ejaculação precoce, mas não havia me dado conta de outro importante lado da moeda: aqueles que não ejaculam. Sim! Enquanto uns sofrem no controle para não queimar a largada, outros já correram a São Silvestre e nada de chegar ao pódio.
Deparamo-nos com uma disfunção sexual conhecida por ejaculação retardada, quando um homem demora muito para atingir o orgasmo; ou anejaculação, quando este orgasmo até mesmo não existe. A grande dificuldade deste quadro é que o desejo sexual e a ereção mantêm-se normais, podendo o homem transar por horas, porém sem conseguir atingir o clímax.
O tempo médio para que a ejaculação aconteça durante o sexo é em torno de cinco minutos, mas cabe lembrar que é possível controlar e prolongar conscientemente essa duração. No caso da ejaculação retardada, entretanto, esse atraso não é consciente, pois o homem deseja chegar ao orgasmo e não consegue. O que torna tudo bastante frustrante.
O problema pode não trazer malefícios diretos à saúde, mas prejudica a qualidade de vida masculina e até mesmo do casal.
O leitor pode pensar: “Ah, mas esse aí é sortudo! Como uma mulher pode reclamar de um cara que ‘dura’ horas?”. Ledo engano. Desejar que o parceiro atinja o orgasmo não é exclusividade masculina. Mulheres alimentam sua auto-estima também com a ideia de que seduzem e enlouquecem seus parceiros a ponto destes se descontrolarem. Além de muitas queixarem-se de dor devido ao longo tempo de penetração.
Membro: preservado. Desejo: presente. Vontade: a mil. Então o que falha?
Esta disfunção sexual está intimamente relacionada a causas psicológicas. É possível que seja temporária, visto que o orgânico está preservado, mas o tratamento é difícil, pois depende que o homem atente-se ao fato de sofrer de uma disfunção sexual e assim procurar por ajuda psicoterápica.
Homens que sofrem de anejaculação demoram a perceber e sair em busca por solução, pois trata-se de um difícil questionamento: será que há algo de errado em demorar a ejacular ou até mesmo não fazê-lo? Acredito que a procura por auxílio por meio da psicoterapia venha somente quando esta demora em atingir o orgasmo torna-se tão sofrida quanto a rapidez (ejaculação precoce).
Causas psicológicas
Um determinado problema que cause tensão, estresse ou medo no homem é capaz de interferir no organismo e prejudicar o orgasmo. Os motivos mais comuns são:
  • Culpa/ansiedade por motivos religiosos
  • Medo de engravidar
  • Estresse
  • Traumas na infância ou fase adulta
  • Tensão durante o ato sexual por motivos diversos
  • Preferência da masturbação à relação sexual.
É comum que muitos homens que apresentam ejaculação retardada numa relação sexual consigam ejacular normalmente ao se masturbar. Isso porque há nervosismo e ansiedade quando um outro está envolvido no ato. Há a pressão para apresentar um bom desempenho ou pelo fato de ter que chegar ao orgasmo junto com outra pessoa.
Também podem existir situações em que o homem – sobretudo adolescente, que ainda não teve grande experiência sexual – está acostumado a se masturbar fazendo uma pressão excessiva com a mão. Na hora da relação sexual, pode ser que a pressão da penetração vaginal sobre o pênis seja menor do que a realizada manualmente, dificultando o estímulo que leva ao orgasmo e, consequentemente, à ejaculação.
Causas orgânicas
Entre as causas orgânicas mais comuns, está o uso constante de medicamentos antidepressivos. É normal este tipo de medicação causar retardo ou mesmo grande dificuldade ejaculatória. O envelhecimento também é outro fator influente, uma vez que com o avanço da idade há uma diminuição da sensibilidade do pênis, afetando a facilidade de atingir o orgasmo.
Os fatores orgânicos mais comuns são:
  • Abuso de álcool e drogas
  • Uso de antidepressivos e outros medicamentos específicos
  • Diabetes
  • Esclerose múltipla
  • Distúrbios hormonais
  • Lesões neuronais
  • Problemas relacionados ao envelhecimento
Sobre o tratamento
Uma vez levantadas as causas da ejaculação retardada, a dupla médico-paciente deverá escolher um tratamento específico, com ou sem medicamentos dependendo dos motivos que levaram à disfunção. É comum que o trabalho de cura envolva diferentes especialidades: urologista, psicólogo ou especialidades médicas de alguma doença específica – como um endocrinologista no caso de diabetes.
O terapeuta sexual também é um ótimo profissional para ajudar a melhorar a relação, principalmente quando a ejaculação retardada atinge um estado que causa frustrações ao casal. Também é preciso trabalhar a autoestima e a autoconfiança, além de identificar possíveis motivos que causem estresse e tensão no homem.

QUEM DESTRÓI SUA RELAÇÃO, É VOCÊ MESMO

Um relacionamento maduro e bem cultivado não deixa brechas para que alguém o atrapalhe, por mais que se tente, diz Nathalí Macedo.
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Os fatores externos não são o real problema e, sim, os internos
“Mas você não tem medo que ele(a) destrua sua relação?”
Quem nunca ouviu essa frase, que atire a primeira pedra. É inacreditável mas, em pleno século XXI, muitos ainda acreditam que fatores externos – e por fatores leia-se: pessoas – têm o poder de acabar com suas relações.
Dia desses, por exemplo, ouvi – numa noite ébria demais para que me recorde mais do que isto: “Cuidado com essa mulher aí andando com seu namorado, viu?”
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Oi? O que seria ter “cuidado”? Implantar um chip de rastreamento no celular dele? Pedir à tal moça bonita que saia do país ou fazer uma macumba pra ela embarangar? (Ela e todas as moças bonitas que pudessem se aproximar do meu companheiro, no caso).
Prometi pra mim mesma – em um daqueles momentos em que nos pegamos lamentando pelo “poxa, eu deveria ter respondido!” – que, da próxima vez em que ouvir tal disparate, explicarei, com toda a “delicadeza” que me é característica: não tenho tempo pra isso. Minha energia está empregada em coisas infinitamente melhores e mais importantes do que me preocupar com quem pode vir a ser um empecilho na minha relação – como, por exemplo, vivê-la intensamente.
Na verdade, é fácil perceber que só quem pode acabar com nossos relacionamentos – e com nossa vida, de um modo geral – somos nós mesmos. Não estamos sujeitos à crueldade das pessoas: e que bom por isso.
Não digo, com isto, que estejamos no controle absoluto de tudo. Não mesmo. Seu parceiro pode, em uma esquina qualquer, encontrar alguém por quem se apaixone perdidamente, arrumar as malas e te deixar – e você não poderá fazer nada a respeito, por mais cruel que isso pareça.
E nada te dá, também, o direito de dizer que quem quer que seja destruiu o seu relacionamento – mesmo que uma paixão repentina do seu companheiro tenha causado o rompimento. É que nenhuma construção bem alicerçada oscila ao menor vento. As mais estruturadas resistem até aos mais devastadores furacões – e a qualidade da sua construção só depende de você.
Uma relação madura e bem cultivada não deixa brechas pra que ninguém a destrua, por mais que se tente. Se, por aquilo que lhe pareceu um infortúnio, você já foi deixado por outra pessoa, acredite: não foi por mero azar. A relação, muito provavelmente, há muito já não ia bem: a paixão repentina foi, no máximo, uma triste coincidência.
Por que ninguém jamais deixaria aquilo que lhe faz feliz por uma aventura que tem, muitas vezes, chances incontáveis de dar errado. Ninguém abandona um amor por algo que tem só uma possibilidade ínfima de se tornar amor  – ou se perder  nesse mar de incertezas que o mundo dos relacionamentos se tornou.
A verdade é que ninguém pode evitar ser traído ou trocado, na prática. Ninguém pode estar grudado no outro vinte e quatro horas por dia, nem ter o controle absoluto da vida do parceiro – por mais que algumas relações sufocantes criem esta ilusão, o outro sempre terá a oportunidade de ser infiel.
Sê-lo ou não é sempre uma escolha estritamente pessoal. Tudo que se pode fazer é tornar a relação algo que se queira perpetuar, para ambos os lados. Por que, do mesmo modo que só nós podemos destruir nossas relações, também só a nós incumbe o dever de cultivá-las.

NADA É PIOR DO QUE BRIGAR EM PÚBLICO

Nossa colunista de relacionamento faz uma reflexão sobre o respeito entre os parceiros.
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O que não está acertado se resolve na intimidade do lar
Sinto vergonha alheia – das fortes – quando vejo casais se tratando de forma rude em público. É triste e eu aposto que vocês conhecem pessoas que fazem isso.
Gente que menospreza o parceiro para fazê-lo se sentir pequeno é gente com a autoestima detonada. Precisa diminuir o outro para se sentir superior. E o quadro fica pior quando a atitude parte de alguém que está sendo bem tratado na relação.
Não interessa se as situações ganham proporções grandes ou não, se ocorre diariamente ou de vez em quando. Essa prática pode acontecer entre casais que não sabem resolver os problemas. Um está raivoso constantemente e os motivos são quase sempre advindos de mesquinharias.
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Não acredito que essa seja uma forma saudável de se relacionar com alguém, especialmente com quem divide a vida com você. Se a pessoa não consegue se controlar e tem certo prazer ou satisfação em fazer alguém se sentir mal na frente do outros, ela tem a mente distorcida da realidade.
Fazer o outro se sentir um idiota, colocar a pessoa para baixo, fazer piadas à custa do parceiro são atitudes que não devem ser feitas nem em público e nem na vida privada. E mais: não importa o motivo ou razão de tais comportamentos. Não há desculpas.
Não falo aqui de piadas entre casais que os outros não entendem, as famosas piadas internas, em que um tira o maior sarro da cara do outro. Nestes casos, o casal sabe que se trata de uma brincadeira e as piadas são feitas para aproximá-los.
Saber a diferença entre estes dois tipos de tratamento não é tarefa para Freud. A pessoa, no fundo, sempre sabe diferenciá-las.
Fazer o outro se sentir mal não vai torná-lo menor. As pessoas reconhecem que você é o verdadeiro infeliz da história.
Certos problemas realmente devem ser esclarecidos para não haver dúvidas, mas, como diz o ditado popular, roupa suja se lava em casa.

7 ATITUDES MASCULINAS QUE AS MULHERES ODEIAM

Elas só querem admirar e ser admiradas – mas precisamos colaborar minimamente para que isso seja possível.
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Elas ficam furiosas conosco às vezes
Esperamos que o senso comum ainda seja comum, mas nem sempre é assim. O cérebro masculino é orientado para arrumar soluções, o feminino presta atenção em processos. E, por este motivo, algumas atitudes dos homens continuam chocando as mulheres.
Não custa nada você dar um pouco de atenção a alguns detalhes e saber o que nós apreciamos nas atitudes masculinas. Tudo que ela mais quer é ter admiração por você, então, vale se esforçar.
Não queremos ditar regras. A ideia geral não é que você seja outra pessoa que não você mesmo. Só queremos que você seja a melhor versão que poder ser, como Jack Nicholson diz para sua namorada no filme Melhor é Impossível: “Você me faz querer ser um homem melhor”.
Vale tentar.
1# Em mídia social
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Sentimos vergonha alheia de algumas postagens masculinas no Facebook e Instagram, e falamos sobre isso quando vocês não estão por perto. Alguns querendo ser engraçadinhos postam fotos bêbados ou fazem montagens amadoras de copos na praia/piscina/campo e pior, não ligam em escrever errado. Outros querendo ser ou se mostrar machos fazem piadas cretinas com mulheres ou homossexuais. Qualquer postagem é um grande indicativo da sua personalidade. Não existe uma vida na internet e uma vida fora dali. Você é aquilo que posta.
2# No guarda-roupa
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O verão ainda não chegou, mas quando chegar você vai colocar sua regata e sair por aí, certo? Pense duas vezes. Regatas e pochetes são dois itens ruins no guarda-roupa masculino. Não importa a quantidade de músculos que você adquiriu no inverno enquanto todos hibernavam – reflita sobre o uso de regatas. Antes que alguém fale algo, eu já pesquisei e a opinião feminina é quase unânime: se o calor estiver de rachar, fique sem camisa. A gente morre de inveja de vocês por poderem fazer isso.
3# No restaurante
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A esta altura da vida nós esperamos que você já saiba como comer e se portar à mesa. Parece óbvio, mas alguns homens não sabem ou acham que as mulheres não ligam para algumas regras básicas de civilidade. Não falo de saber usar os seis copos e todos os talheres que podem estar à disposição, mas comer com a boca fechada já é um avanço. E isso você pode fazer no Fasano ou no boteco da esquina. A gente não está nem aí se você come muito ou pouco, desde que feche a boca. E dizer que vai dar um gole na bebida para empurrar a comida? Nem morto!
Mais alguns itens para prestar atenção: tratar o garçom decentemente, porque o jeito que trata quem te atende diz muito sobre você; não reclamar o tempo todo do atendimento, do som, da demora e da conta é uma boa para não tornar o encontro um fardo. Tenho uma amiga que teve que rachar a conta de uma Baked Potato com um moço. Não faça isso, por favor.
4# Nos aplicativos
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Todo mundo acha o Whatsapp uma maravilha. Dá pra convidar mulher para sair e bater um papo enquanto está deitado no sofá sem fazer nada sem gastar um centavo. Mas uma coisa não deve ser feita pelo app: discutir a relação ou algum problema. O mundo virtual não é lugar para isso. Conversa importante tem que ser olho no olho. E jamais – jamais – termine seja lá o que for por ali.
Eu tenho medo do Tinder, mas essa é uma opinião pessoal. As fotos são assustadoras. Tentando parecer descolados os homens colocam imagens com óculos escuros, com motos possantes, ao lado de carrões, andando de jet ski ou em cavalos alados. Aquilo é uma loucura. A grande maioria que tenta parecer sexy em qualquer uma destas situações fica com cara de serial killer ou do Ben Stiller no filme Zoolander.
5# Na casa dela
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Tem uma diferença básica de uma moça que mora sozinha ou uma que mora com os pais: a liberdade. Na casa dela vocês estão mais livres. Já com sogro e sogra na parada a coisa fica mais complicada.
Por mais que você adore os parentes dela, se sentir muito em casa cai mal. Não por você, não por ela, mas por eles. Eles estão na casa deles e podem mesmo te tratar como um filho, mas você é visita e deve se portar como tal. Por mais que tenha mãe, namorada e tia te tratando muito bem, você não é um sultão e elas serviçais. Ofereça-se para ajudar, seja lavar uma louça, mudar um vaso de lugar ou carregar panelas até a mesa. Mesmo que elas neguem, cabe a você ser gentil.
6# Ao telefone
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Receber um telefonema hoje em dia é considerado quase que uma raridade. Tudo é resolvido por chat (Whatsapp ou Facebook) e ninguém mais se interessa em falar. O problema é que mensagens de texto podem ser interpretadas de forma errada. Então, volto a bater na tecla que nada substitui um telefonema e ouvir a voz da pessoa.
Se você acabou de conhecer a moça e diz que vai ligar, ligue. O motivo é simples: ela vai ficar esperando. Não vá dar uma de David Blane e desaparecer sem deixar vestígios.
7# Com os amigos
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Não interessa se vocês fazem piadas idiotas, que se batam, se xinguem sem motivos e adorem seus brinquedos (os mais baratos e os bem caros). Ela nunca vai entender. Ela vai se acostumar.

SEXO REGULAR FAZ VOCÊ PARECER ATÉ 7 ANOS MAIS JOVEM, SABIA?

É sempre uma delícia quando a ciência traz este tipo de boa notícia para nós.
Sexo Regular
Nada como juntar o útil ao agradável
Esqueça os cremes anti-rugas: de acordo com um estudo publicado pelo por David Weeks, um psicólogo britânico e ex-chefe do departamento de psicologia do Royal Edinburgh Hospital, com uma carreira em pesquisas sobre sexo, a atividade sexual faz você parecer mais novo – até sete anos mais novo.
Como tudo isso ocorre?
No momento da ebulição que ocorre durante uma relação sexual, são liberados hormônios, neurotransmissores e substâncias anti-inflamatórias e antioxidantes.
O principal deles é a ocitocina, um hormônio que combate o envelhecimento e que, além do sexo, só é liberado em uma outra situação: trabalho de parto. O que, no caso dos homens, convenhamos, não ocorre.
O relaxamento ocasionado pelas ocitocina, endorfinas (que controlam a dor e também promovem bom humor) e serotonina (principal neurotransmissor do humor, cuja falta é relacionada à depressão) também melhoram o seu humor e promovem uma boa noite de sono – duas coisas essenciais para parecer e se manter mais jovem.
Como qualquer exercício (mas o mais prazeroso deles), o sexo acelera os batimentos cardíacos e promove dilatação dos vasos, o que é extremamente benéfico para a pele, deixando-a mais elástica, mais hidratada, e de aparência mais jovem.
Isto, associado às substâncias anti-inflamatórias, também promove melhora do controle da acne.
Outras pesquisas também comprovaram que homens que tinham a partir de 3 orgasmos por semana apresentavam menores chances de sofrer de infarto.
Quantas vezes fazer por semana?
Dr. Weeks recomenda entre 2 e 3 – um número plausível, já que é muito difícil fazer todo dia.
Para aqueles que estão sozinhos, ou que não têm esta oportunidade com tanta frequência, fiquem tranquilos: a masturbação também conta. Não é tão efetivo, logicamente, mas libera as mesmas substâncias benéficas.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Da cama para o divã: como a terapia sexual pode ajudar casais em crise

 Dificuldade para chegar ao orgasmo, falta de desejo ou perda da libido, carência sexual relacional, distúrbios da menopausa e vaginismo (dor durante a penetração) são as principais queixas das mulheres. Eles, por sua vez, reclamam de ejaculação rápida ou precoce, diminuição da libido e dificuldade de manter a ereção. Se você se identificou com alguma dessas complicações, pode respirar com certo alívio. Afinal, hoje em dia, ter problemas sexuais não é um bicho-de-sete-cabeças, como também buscar ajuda profissional e fazer terapia sexual deixou de ser tabu.
Com divulgação e discussão dos problemas sexuais, a atenção das pessoas tem resultado em mais compreensão desses problemas, assim queixas que antes eram secundárias passaram a ser as principais. “Um exemplo é o aumento de pacientes do sexo masculino reconhecendo a diminuição e falta de desejo sexual nos relacionamentos. Antes, há 15, 20 anos, esses homens consideravam que o pênis era o foco e a dificuldade erétil era o problema, sem olhar o desejo sexual que antecipa a função de excitação e todo o processo seguinte. Atualmente os homens têm ponderado a falta de motivação e já separam o desejo da excitação”, conta o psicólogo Oswaldo Martins Rodrigues Jr., do Instituto Paulista de Sexualidade (Inpasex). Ele comenta que as mulheres também têm atentado mais para a diminuição do desejo sexual, quando há 40 anos focavam a falta de orgasmo como queixa maior.
O estresse e o dia a dia corrido interferem – e muito – na nossa vida sexual. “Hoje em dia vivemos em uma corda bamba, sempre competindo. Já acordamos atrasados, dormimos mal, não relaxamos nem nos fins de semana, estamos sempre desconfiados e buscando algo, esquecemos de nos dar prazer e cuidar de nós mesmos. Temos uma agenda cheia de compromissos sem nenhum lugar disponível nela para nós”, pondera a sexóloga Valéria Walfrido, do Recife.
Quando a correria do cotidiano começa a destruir a sexualidade, é hora de buscar a terapia sexual. Mas de que se trata? “É uma terapia focal e objetiva em que o principal está na harmonia do casal e na função individual do órgão sexual. O olhar do terapeuta sexual visa proporcionar às pessoas uma melhora de sua sexualidade com os aspectos biopsicossociais, ou seja, físicos, emocionais e sociais”, explica o ginecologista e sexólogo Amaury Mendes Junior, do Rio de Janeiro, membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH).
A psicoterapia focalizada na sexualidade utiliza muitos dos mecanismos das psicoterapias para outras queixas emocionais, mas precisa do apoio do conhecimento sobre o funcionamento sexual, fisiológico e alta consideração sobre os estímulos ambientais sobre este funcionamento. “Outro fator importante, e não propalado, é de que o terapeuta precisa ter as condições de não fazer julgamentos morais sobre esta área da vida privativa, a sexualidade. É uma área muito sensível e que facilmente produz julgamentos morais. O treinamento de atendimentos sob supervisão é um caminho para que não existam interferências involuntárias da moral do psicoterapeuta sobre os pacientes”, acredita o psicólogo Oswaldo M. Rodrigues Jr.
No consultório, os especialistas observam que a falta de sintonia sexual entre um casal é um problema comum. Ela é sinônimo de instabilidade emocional ou falta de maturidade de um dos pares. Vale lembrar que o casal não está ligado não só por sexo, mas também por objetivos e afetividade. “O problema acontece, especialmente, depois de passada a fase da paixão. Os hormônios que atiçam a libido no início da relação causam furor, um desejo absurdo de estar sempre junto fazendo amor, coladinho um no outro. Com o decorrer do tempo, tais hormônios tendem a estabilizar-se, arrefecendo a paixão, e as diferenças começam a sobressair, ou seja, começamos a enxergar o outro como ele realmente é e vice-versa”, explica Valéria Walfrido.
Em muitos casos, o problema sexual é resultado de problemas no relacionamento. Exemplos: mulheres castradoras que desestimulam o parceiro, homens com ejaculação precoce que impedem a parceira de gozar, bebidas, drogas e trabalho excessivo. Casais que têm problemas ao tentar solucionar dilemas do cotidiano, gerando emoções negativas (raiva, ansiedade, medo), correm o risco de ir para a cama com este ranço. “São emoções prejudiciais ao funcionamento fisiológico do sexo, que geram dificuldades com o desempenho sexual. Na mesma linha, a comunicação do casal precisa ser efetiva, ou seja, chegar a resultados, pois não adianta falar e falar e o casal não usar na prática o que conversou”, salienta Oswaldo. “A comunicação também deve ser afetiva, produzir envolvimento emocional de ambas as partes, mostrar a diferença de conversar entre si e com outras pessoas”, completa.
Tudo isso é detectado e pode ser resolvido ou administrado a partir da terapia sexual. Saiba mais sobre como ela funciona:
Sessões
As sessões acontecem a sós e com o (a) parceiro (a). “É importante conversar com os dois juntos e observar se ocorre alguma alteração comportamental ou algum constrangimento”, diz Amaury. Quem não está vivenciando nenhum tipo de relacionamento também pode se beneficiar desse tipo de terapia para conhecer e vivenciar sua sexualidade de maneira mais plena. As sessões têm o tempo de duração comum às terapias convencionais: de 45 minutos a uma hora. A vida pessoal e sexual de cada um é esmiuçada, já que a origem de muitos problemas pode ter a ver com a educação recebida dos pais, a religião e as primeiras experiências.
Técnicas
Algumas pessoas acham que o terapeuta sexual ensina, no consultório, técnicas mirabolantes para conseguir orgasmos múltiplos, por exemplo. Essa suspeita tem seu fundo de verdade. “Trabalhamos com técnicas diversas que variam de caso a caso”, afirma Valéria Walfrido. “Demonstram-se movimentações com materiais para tratar ejaculação rápida, retrógrada ou retardada; métodos para lidar com a dificuldade de ereção; exercícios para o vaginismo e anorgasmia. Também damos sugestões para lidar com a libido e dicas de pomporarismo.”
Lição de casa
O trabalho feito em consultório tem continuação em casa. Os pacientes são aconselhados a tocar-se e a conhecer-se intimamente, mirando-se no espelho, e a explorar sua genitália, observando orifícios uretral, vaginal, anal, períneo, vulva, pênis, saco escrotal. Os homens, principalmente, exercitam o autocontrole através da masturbação, praticando exercícios pélvicos masculinos (EPM) ensinados pelos médicos.
Medicamentos
“A terapia sexual pode envolver medicamentos que devem ser prescritos, de preferência, por um psiquiatra, urologista ou ginecologista com aprofundamento ou formação na área de sexualidade humana, pois determinados remédios interferem ferozmente na libido, alterando-a. Daí a importância de um trabalho em parceria”, avisa Valéria Walfrido.
Alta
Não existe uma regra fixa, pois algumas pessoas chegam ao consultório com problemas mais complexos do que as outras. Em geral, os pacientes recebem alta após dez sessões, mas alguns tratamentos podem durar anos. As queixas envolvendo o desejo sexual são mais demoradas de serem resolvidas, enquanto as queixas de ereção ou de vaginismo podem ser muito mais rápidas em suas soluções. “Podemos ter tratamentos de seis meses para casais com vaginismo ou disfunção erétil e de dois ou três anos para queixas relacionadas a desejo sexual”, avisa Oswaldo Rodrigues, que destaca ainda que problemas de comportamento sexual compulsivo costumam estender o tempo de terapia, principalmente devido à procura de solução quando problemas secundários passam a ocorrer: disputas de casal, separação, perda de emprego.
Resultados
Há casais que se separam após a terapia. “Isso acontece quando o relacionamento está muito destruído ou as traições são frequentes e o nível de autoestima é muito baixo. O rompimento pode ser a melhor solução, pois permite ao sofredor se recuperar para uma nova vida”, admite o sexólogo Amaury Mendes Junior. Isso, porém, é exceção. O comum é que as pessoas passem a desfrutar de maior intimidade na cama e a conversar sobre sexo de maneira mais natural e clara.
HELOÍSA NORONHA 
Colaboração para o UOL